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Polícia especializada se retira da área de sequestro de brasileira no Paraguai na fronteira com Santa Helena
Segundo a informação do marido, eles –os sequestradores- pediram que a polícia e os investigadores saíssem da região, incluindo os jornalistas.
Por Correio do Lago | Postado em: 17/08/2021 - 16:00

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A promotora antissequestro Zunilda Ocampos, informou que será atendido o pedido da família da brasileira Sandra Cristina Máceda Rubert, que solicitou a saída dos investigadores do local.

Segundo a informação do marido, eles –os sequestradores- pediram que a polícia e os investigadores saíssem da região, incluindo os jornalistas. Certamente é o pedido de quem está se comunicando com a família”, disse Ocampos em contato com o NPY.

O procurador esclareceu que todos os dados recolhidos no âmbito do alegado acontecimento estão sendo recolhidos, uma vez que o panorama é muito complicado e “há certos procedimentos que não podem ser realizados”.

Questionado sobre alguma notícia ou comunicação com os supostos sequestradores, o promotor mencionou que as informações coletadas sobre o caso ainda não podem ser divulgadas.

A Procuradora Geral do Estado, Sandra Quiñónez, decidiu formar uma equipe de investigação para este caso de sequestro, informou o correspondente da Ultima Hora Edgar Medina.

Foram nomeados os promotores Alberto Torres Flores e Zunilda Ocampos, de Ciudad del Este, e Lorenzo Lezcano Sánchez, de Assunção.

A brasileira Sandra Cristina Máceda Rubert, 56, aparentemente foi sequestrada na tarde de sábado (14) em General Díaz (42) de Mbaracayú, Departamento de Alto Paraná.

A mulher saiu para passear em uma estrada rural perto de sua casa quando foi levada por estranhos.

O marido da vítima, Milton Gabriel Rubert, 57, recebeu um comunicado em que os sequestradores pediam a ele a quantia de US$ 250 mil para libertá-la. Conforme detalhado, era uma voz masculina, com sotaque português.

A cidade onde ocorreu o evento não é muito povoada, por isso a versão chegou à polícia muito rapidamente. Os agentes foram até a casa onde o marido confirmou o fato.

Até naquele momento, os familiares esclareceram que não fizeram contato com a polícia, tendo em vista que se tratava de uma das exigências dos raptores.

A procuradora Ocampos indicou que a família se dedica ao setor agrícola e as suas contas já foram bloqueadas para impedir o movimento de dinheiro.

“O marido diz que não tem poder aquisitivo para levantar o valor que estão pedindo, mas se possível vai pedir ajuda aos amigos”, concluiu.

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