Uma sequência de furtos de caminhonetes deixou moradores de Toledo em alerta durante o fim de semana. Entre sexta-feira (15) e a madrugada de domingo (17), ao menos 4 veículos foram levados em diferentes regiões da cidade e dos distritos.
Os casos envolvem principalmente caminhonetes de alto valor, como Toyota Hilux e Mitsubishi L200 Triton, modelos frequentemente visados por quadrilhas especializadas em furtos e envio de veículos para a região de fronteira.
Um dos furtos aconteceu em Vila Nova, onde uma Toyota Hilux SW4 marrom, pertencente a uma família do Rio Grande do Sul, desapareceu durante a madrugada enquanto estava estacionada no pátio de uma residência. O veículo havia chegado ao distrito na sexta-feira (15) e foi percebido como furtado apenas na manhã de domingo.
Outro caso ocorreu em Novo Sarandi, onde uma Toyota Hilux preta foi levada enquanto o proprietário passava a noite em um hotel da região. Segundo o boletim, o veículo estava trancado e sem as chaves no interior. A suspeita é de que os criminosos tenham utilizado dispositivos para destravar e ligar a caminhonete.
Já na região central de Toledo, uma Mitsubishi L200 Triton prata foi furtada após ficar estacionada em via pública durante a noite. Imagens de monitoramento flagraram um indivíduo quebrando o vidro traseiro do veículo antes de fugir em direção ao Lago Municipal.
Outro furto registrado no Centro envolveu uma Toyota Hilux cinza pertencente a um idoso de 89 anos. Conforme o boletim, vizinhos perceberam movimentação suspeita perto da caminhonete e enviaram mensagens alertando a família, mas o veículo acabou levado antes que qualquer ação pudesse ser tomada. Câmeras de segurança registraram a participação de dois suspeitos no crime.
A caminhonete furtada no Centro foi recuperada horas depois pela Polícia Rodoviária Federal em Céu Azul, durante abordagem no posto da PRF na BR-277.
Os furtos aconteceram justamente durante o período da Operação Sinergia III, ação das forças de segurança voltada ao combate da criminalidade em cidades do Oeste do Paraná e faixa de fronteira.
Os casos seguem sendo investigados pelas autoridades policiais.