Através de uma chamada telefônica, o golpista se passou por um médico do setor de regulação de leitos e solicitou a confirmação de alguns dados de uma paciente que aguardava vaga para cirurgia.
O corpo da estudante de Ortigueira foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Londrina e passou por perícia para que a causa da morte seja confirmada. O corpo estava sem indícios de violência.