. Em média, a cada 20 litros, a bomba subtraía cerca de 900 ml do combustível. Na segunda bomba, o mesmo padrão de adulteração foi identificado, com um roubo de aproximadamente 850 ml do cliente.
De acordo com a promotora, o grupo criminoso, com base em Toledo, era especializado no tráfico de grandes quantidades de maconha para outros estados, principalmente o Rio de Janeiro.