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Taxa de infestação de dengue é de 2,2% em Marechal Cândido Rondon
Bairros com maior foco são Ecológico, São Francisco, Líder e Floresta
Por Assessoria | Postado em: 21/03/2022 - 14:02

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A dengue volta a ser um problema em Marechal Cândido Rondon. Se em janeiro o município apresentou taxa de 1,5% de infestação do mosquito transmissor da dengue, com base em sete estratos (regiões), a situação piorou neste mês. O Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) apontou taxa de 2,2%.

Até a semana passada quatro casos de dengue haviam sido confirmados. Foram registradas ainda 289 notificações. Houve vistoria em 1.719 imóveis, com a localização de 49 tubitos.

Em virtude da alta recente de notificações, a prefeitura rondonense, por meio da Secretaria de Saúde, retoma os arrastões contra a dengue, mobilizando dezenas de servidores públicos.

Para tanto, recomenda-se que moradores das localidades limpem seus quintais e depositem na frente das casas os materiais inservíveis que podem acumular água. Os materiais serão recolhidos pela equipe da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Sustentável de acordo com o cronograma de recolha de galhos e entulhos.

Colaboração

"Pedimos a colaboração de toda a população mais uma vez. Acabamos de sair de um período de alta de casos de Covid-19 e, agora, por conta do descuido de uma minoria, os demais pagam o preço, com a alta de casos de dengue. Enquanto Poder Público, estamos fazendo a nossa parte, com ações constantes e, mais uma vez, vamos passar nas casas, ajudando a recolher o lixo. Recomendamos o uso de repelente como uma medida de prevenção", frisa a secretária de Saúde, Marciane Specht.

Raio

A coordenadora do Setor de Endemias, Solange Rohr, menciona que a equipe trabalha fazendo o chamado "raio" em quarteirões onde há alta de notificações, visando à eliminação dos focos. Ela informa que no amanhecer e no entardecer dos dias ocorrem as aplicações de inseticida por meio de bomba costal para o controle do mosquito.

Solange ressalta que esta época gera preocupação em relação ao aumento das notificações. Por isso, segundo ela, é necessário que a população colabore eliminando tudo que possa acumular água em seus terrenos, a exemplo de calhas, cisternas, ralos, baldes, piscinas (sem uso), vasos de flores, potes com água de animais e materiais inservíveis.

Média de focos por região no município

- Estrato 1 (centro 1 e 2): 2,4%

- Estrato 2 (centro 3, Vila Gaúcha e Parque Industrial 3): 1,6%

- Estrato 3 (Ana Paula, São Lucas e Das Torres): 1,3%

- Estrato 4 (Ecológico, São Francisco, Líder e Floresta): 5,2%

- Estrato 5 (Primavera, Higienópolis 1 e 2, Augusto 1 e 2 e Barcelona): 2,5%

- Estrato 6 (Botafogo, Alvorada 1 e 2, Rainha e Espigão): 1,7%

- Estrato 7 (Botânico e Britânia): 0,7%

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