Familiares e amigos de Rosa Lewandowski se reuniram na tarde de quarta-feira (18) em frente ao Fórum de Toledo, no Oeste do Paraná, para cobrar justiça pela morte da mulher, ocorrida em novembro de 2024. O caso, que teve grande repercussão pela violência, ainda aguarda julgamento.
Com cartazes e manifestações pacíficas, o grupo demonstrou indignação com a demora no andamento do processo. Segundo a família, o julgamento já foi adiado cinco vezes e, até o momento, há previsão de que ocorra apenas no mês de abril.
Outro ponto que gerou revolta entre os presentes foi a situação do acusado, ex-companheiro da vítima, que confessou o crime e atualmente cumpre prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.
O crime aconteceu no dia 20 de novembro de 2024, na rua Henrique Nicheti, na Vila Pioneiro. Dias antes, em 12 de novembro, Rosa havia sofrido um acidente e estava com dificuldades de locomoção, utilizando cadeira de rodas.
De acordo com as informações reunidas no processo, ela foi vista pela última vez durante a noite, aparentemente bem. Já durante a madrugada, o ex-companheiro teria ido até a residência, arrombado a porta e iniciado as agressões.
Ainda conforme os relatos, após o ataque inicial, o homem teria dado banho na vítima e, na sequência, voltado a agredi-la. Horas depois, durante a madrugada, ele entrou em contato com uma familiar e relatou o ocorrido.
Na manhã do mesmo dia, um parente do suspeito foi até o imóvel e encontrou Rosa caída, já sem vida.
O caso segue em tramitação na Justiça, enquanto familiares continuam mobilizados pedindo agilidade no julgamento e responsabilização do autor.