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Polícia investiga morte de criança de três anos em Curitiba; pai está preso
O pai da criança, um homem de 25 anos, foi preso em flagrante, suspeito de lesão corporal seguida de morte.
Por Bem Paraná | Postado em: 05/12/2019 - 17:15

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) investiga a morte de uma criança, de 3 anos, suspeita de ser vítima de espancamento. A menina foi internada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, na madrugada de terça-feira (3), com diversos hematomas e traumatismo craniano e a sua morte encefálica foi decretada na manhã de quarta (4). O pai da criança, um homem de 25 anos, foi preso em flagrante, suspeito de lesão corporal seguida de morte.

A delegada Ellen Vycter. do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), disse a polícia foi acionada pelo hospital após verificar os ferimentos na criança e pedir crime  "Ela chegou ao hospital com hematomas na têmpora, face, deslocamento de retina e traumatismo craniano. A morte, a prrincípio foi por falta de oxigenação no cérebro.A  madrasta disse que ela engasgou com bolacha. Ainda aguardamos o laudo do Instituto Médico Legal (IML)", informou a delegada. Segundo ela, o pai foi preso por flagrante de lesão corporal grave, mas como enquanto ele estava na delegacia foi decretada a morte encefálica da menor, o crime mudou para lesão corporal seguida de morte. Ellen disse que oi pai negou o crime e disse desconhecer os hematomas na criança: "Chegou a dizer que ela teria caído da escada. O que nos surpreendeu foi a frieza dele, mesmo quando foi informado que a menina estava com a morte encefálica decretada. Ele não se emocionou". Foram ouvidos pelo Nucria até agora a madrasta, o pai, o tio avô, a assstente social do hospital, a médica, a avó paterna.

Já tinham duas ocorrências de maus-tratos envolvendo a mesmo a criança. A primeira delas foi em outubro, quando a Polícia Militar foi chamada ao local, provavelmente por vizinhos, por causa de supostos gritos de crianças. "Quando chegaram lá, foram recebidos pela criança de 3 anos e outras duas, filhas da madrastra, que disseram que apanhavam com fios e barras de ferros, mas como não foram constatados ferimentos, a ocorrrência não foi registrada", explicou a delegada. 

A outra ocorrência foi en novembro, no Hospital Pequeno Príncipe, quando a criança chegou a ficar internada por 12 dias, devido a uma anemia severa causada por má alimentação. "A madrasta disse que o pai só dava bolacha e leite para a criança e por isso ela estava doente", disse Ellen. Também foi constatada uma fratura na costela da criança. A médica chegou a pedir ao Conselho Tutelar que fosse retirada a guarda da criança do pai, mas após averiguar, o Conselho Tutelar resolveu deixar a criança com a família. Questionada, a delegada disse que atitude do Conselho Tutelar pode ser questionada, mas que, a príncipio, seguiu os trâmites corretos. A mãe abandonou a criança com o pai quando ela tinha um ano de idade. 

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