A análise da imagem do satélite GOES, captada às 06h00 desta quarta-feira, dia 21, indica um início de dia com tempo relativamente estável no Paraná, mas com atmosfera carregada e condições favoráveis à formação de chuva ao longo do dia, especialmente no período da tarde e da noite.
De acordo com a leitura do satélite, os núcleos mais intensos de instabilidade, com nuvens muito altas e frias — típicas de temporais — estão concentrados principalmente no norte da Argentina, no Paraguai e também sobre o oceano, ao largo do Sul e Sudeste do Brasil. Mesmo assim, essas áreas influenciam o tempo no Estado.
No Paraná, o amanhecer ocorre com presença de nuvens médias e altas em boa parte do território, intercaladas por momentos de sol. A ausência de grandes núcleos diretamente sobre o Estado indica uma manhã mais tranquila, porém com sensação de calor e abafamento aumentando gradualmente.
No Oeste do Paraná, região que inclui cidades como Toledo, Marechal Cândido Rondon, Palotina, Guaíra, Santa Helena e Nova Santa Rosa, a imagem aponta céu com variação de nuvens e sem sinais de chuva nas primeiras horas do dia. Com o avanço das horas e o aquecimento, cresce a possibilidade de pancadas isoladas, que podem ocorrer de forma irregular, acompanhadas de trovoadas pontuais.
Já na faixa de fronteira do Paraná com o Paraguai e a Argentina, o cenário exige maior atenção. As instabilidades mais organizadas observadas nesses países vizinhos podem avançar em direção à região ao longo do dia, aumentando o risco de chuva localizada, rajadas de vento e descargas elétricas, principalmente entre a tarde e a noite.
No contexto do Sul do Brasil, a imagem do satélite mostra maior concentração de nuvens e áreas instáveis sobre o oceano, influenciando principalmente o litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. No interior dos estados do Sul, o calor predomina, com possibilidade de chuva típica de verão no fim do dia.
O cenário geral indicado pelo satélite é característico do verão: calor, abafamento e chuvas que não ocorrem de forma generalizada, mas podem se formar rapidamente em pontos isolados, exigindo atenção da população, especialmente nas regiões de fronteira e no Oeste do Paraná.









































