Há três anos o Paraná ficou chocado com as mortes da miss Altônia, Bruna Zucco e do empresário Valdir Feitosa, cujos corpos foram encontrados carbonizados dentro de um carro em uma estrada vicinal do município.
Eles desapareceram no dia anterior, quando foram vistos pela última vez com vida. À época a havia informações de que Feitosa havia se desentendido com pessoas ligadas ao tráfico de drogas.
Os corpos foram recolhidos ao Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama (relembre aqui) e a confirmação da identidade das vítimas só foi feita no dia 9 de abril, quando o laudo com os exames necropsiais foi encaminhado para a sede da 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP).
Dias após o crime celulares chegaram a ser apreendidos para que a Polícia Civil (PC) pudesse obter mais informações sobre possíveis desafetos das vítimas.
Bruna era estudante de psicologia em Umuarama. Ela foi dada como desaparecida logo após descer do ônibus de transporte de universitários. A câmera de monitoramento de um mercado no bairro que a jovem morava registrou o momento um veículo Strada, o mesmo onde os corpos foram encontrados, passou e logo após a Miss. Instantes depois o carro retorna. Bruna não chegou em sua residência naquela noite.
Mesmo tanto tempo depois do crime, o caso segue sendo investigado pela PC. “O caso ainda está aberto, porém sem novidades”, disse nesta segunda-feira (22) a OBemdito o delegado Reginaldo Caetano.