A defesa do empresário Bruno Ramos Caetano, suspeito de mandar matar duas pessoas em um posto de combustíveis, no Centro de Curitiba, diz que a versão do crime apresentada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) é fantasiosa.
O advogado Cláudio Dalledone criticou o direcionamento das investigações, comandadas pela delegada Tathiana Guzella. “A primeira versão apresentada pela delegada é fantasiosa. É um roteiro que não vai persistir, que não vai perdurar, que não vai aguentar o mínimo contraditório quando as perícias começarem a chegar, quando as testemunhas começarem a falar. A narrativa dela vai cair por terra”, disse, na tarde desse sábado (13).