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Construtora esclarece sobre o andamento das obras do Hospital Regional
Por Toledo News | Postado em: 09/04/2021 - 08:26

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O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto esteve em Toledo na tarde da última quarta-feira (08), para fazer uma visita às obras do Hospital Regional (HR). O secretário esteve acompanhado do deputado estadual e secretário de Administração e Previdência (Seap), Marcel Micheletto (PL). Também acompanharam a visita, o prefeito, Luis Adalberto Beto Lunitti Pagnussatt (MDB), o vice-prefeito, Ademar Dorfschmidt (Cidadania), o prefeito de Assis Chateaubriand, Valter Aparecido Souza ‘Valtinho’ (PL) e boa parte dos vereadores da atual legislatura municipal, além do engenheiro civil responsável pela obra junto a Construtora Guilherme, Ricardo Marin.

A Construtora Guilherme cuida de toda a parte civil das obras de readequação do Hospital Regional, enquanto outra empresa está à frente de toda a parte de maquinários e da implantação do sistema de ar condicionado.

Toda a parte de demolição e ampliação, que seria a parte grossa da obra, já foi finalizada. Agora a empresa se concentra na área de acabamento. Ricardo Marin deu mais informações sobre os serviços que estão sendo executados.

Construtora esclarece sobre o andamento das obras do Hospital Regional

Toledo | 08/04/2021 | 16:56 | Toledo News

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto esteve em Toledo na tarde da última quarta-feira (08), para fazer uma visita às obras do Hospital Regional (HR). O secretário esteve acompanhado do deputado estadual e secretário de Administração e Previdência (Seap), Marcel Micheletto (PL). Também acompanharam a visita, o prefeito, Luis Adalberto Beto Lunitti Pagnussatt (MDB), o vice-prefeito, Ademar Dorfschmidt (Cidadania), o prefeito de Assis Chateaubriand, Valter Aparecido Souza ‘Valtinho’ (PL) e boa parte dos vereadores da atual legislatura municipal, além do engenheiro civil responsável pela obra junto a Construtora Guilherme, Ricardo Marin.

A Construtora Guilherme cuida de toda a parte civil das obras de readequação do Hospital Regional, enquanto outra empresa está à frente de toda a parte de maquinários e da implantação do sistema de ar condicionado.

Toda a parte de demolição e ampliação, que seria a parte grossa da obra, já foi finalizada. Agora a empresa se concentra na área de acabamento. Ricardo Marin deu mais informações sobre os serviços que estão sendo executados.

 
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“Nós estamos entrando com cerâmicas, revestimento de parede, bancadas de de inox, torneiras, e fazendo a colocação de algumas portas. É o que a gente consegue fazer no momento, se adaptando a todas as necessidades do projeto”, informou.

Perspectiva de entrega

Depois de mais de 10 anos de obras as questões relacionadas à entrega da estrutura e a sua possível inauguração sempre são levantadas, mas depois de tanto tempo as datas e prognósticos dessa abertura já não convencem mais a população.

O prefeito, Beto Lunitti, salientou que pretende entregar a obra o quanto antes, mas preferiu não mencionar uma data para a abertura dessa importante estrutura hospitalar. “Não se dá datas, porque a própria sociedade já cansou de datas e perspectivas. O que a gente tem que fazer é o que foi feito durante a visita do secretário. Tivemos uma reunião muito firme com a Construtora, com os técnicos, onde ajustamos definitivamente com o setor jurídico o pagamento de um reequilíbrio que é de direito. O Município de Toledo vai pagar para que a obra aconteça e o hospital seja aberto o quanto antes”, relatou o prefeito.

O engenheiro civil deu um prazo de até quatro meses para que a parte da obra que é de responsabilidade da Construtora Guilherme seja entregue. “A gente definiu que vai terminar a obra esse ano! É da vontade da construtora e é da vontade do Município! Terminando a instalação do sistema de ar condicionado e a implementação do sistema de gases medicinais, nós poderemos entrar com o gesso, pintura e luminárias que são a parte final da obra. Os serviços dependem da demanda de material no mercado, ou seja, podemos concluí-la em três ou quatro meses”, mencionou Marin.

Adequações no projeto, pandemia e organização

A Construtora Guilherme relata que a demora na execução das obras se deve a algumas adequações que foram necessárias no projeto. “O projeto tinha alguns erros! Quando a obra foi executada pela primeira vez, as normas eram outras e tudo foi executado seguindo as leis da época. Agora na reforma as normas mudaram muito, por exemplo as macas antigamente eram de 80cm e agora já é 01m20cm o que as leis pedem. A questão dos gases medicinais foi um dos principais fatores que sofreram alterações, principalmente devido à pandemia, quando faltou oxigênio”, esclareceu Ricardo Marin.

O engenheiro civil também mencionou que a pandemia ocasionada pelo Novo Coronavírus (Covid-19) causou algumas implicações no andamento da obra e principalmente no que diz respeito ao aumento no preço de vários materiais. “Nós tivemos alguns problemas no andamento da obra por conta da pandemia, mas o principal deles foi relacionado a um significativo aumento de preço de vários produtos como o cobre, que aumentou mais de 100%, o que foi um complicador, uma vez que a obra é focada quase que 50% na parte elétrica, além do produto ter faltado no mercado. Por isso, em vários momentos nós precisamos diminuir o nosso ritmo, para não deixarmos os funcionários parados e ficarmos sem material”, informou.

Duas empresas diferentes estão trabalhando na mesma obra, o que muitas vezes pode gerar alguns problemas e criar empecilhos para o bom andamento dos trabalhos, no entanto o engenheiro ressaltou que esta questão não tem sido problemática, pois existe todo um planejamento sendo executado. “Quanto a organização está tudo tranquilo. A fiscalização da Prefeitura está sempre presente, alinhando qualquer pendência que aparece entre as duas empresas. É uma questão de obra, de cordialidade, de um ajudar o outro no que precisa. Porque o deles é a instalação de máquinas e o nosso é toda a parte civil, então tem que ter uma ajuda de todos”, concluiu Ricardo Marin.

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