O aplicativo desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais monitora a evolução do coronavírus com base em dados estatísticos. A curva de contágio, segundo o programa, mostra tendência de queda dos casos confirmados, chegando ao ponto mais baixo em outubro. Isso não significa que o vírus deixará de circular.
Em Minas Gerais, pesquisadores da UFMG desenvolveram um aplicativo que monitora a evolução do coronavírus no Brasil e nos estados analisando os registros de casos confirmados e mortes mês a mês. O pesquisador Dani Gamerman, coordenador do projeto, explicou como está a curva de contágio no Paraná no atual momento da pandemia, de acordo com este modelo estatístico.
A previsão é que o Paraná chegue a 150 mil casos da doença até a segunda quinzena de outubro, quando o número de novos registros cair tanto que estatisticamente seja o fim da epidemia no estado. O registro de mortes, porém, só deve ser encerrado em novembro.
O fim da curva de contágio não significa que o vírus deixe de circular e nem que não possam surgir surtos isolados da doença, que segundo os especialistas pode se tornar endêmica. No Brasil, por causa das diferenças regionais, o ‘fim’ da epidemia de coronavírus deve ser abril ou maio de 2021. Para conferir mais sobre o assunto, ouça o podcast CBN Maringá sobre o tema nessa sexta-feira, 21.