Um atleta paraplégico de Palotina, no Oeste do Paraná, recebeu há uma semana a aplicação de polilaminina e já começou a mexer o braço. A aplicação aconteceu a partir de uma proteína que o corpo humano produz e representa esperança para o paranaense William Carboni Kerber, de 27 anos.
Tatiana Coelho de Sampaio é a cientista que descobriu a polilaminina. A aplicação da proteína ocorreu pela primeira vez em Foz do Iguaçu, em um procedimento de alta complexidade na noite da última quinta-feira (26).
Os neurocirurgiões Bruno Cortes, do Rio de Janeiro, e João Elias El Sarraf, do Hospital Unimed Foz, participaram da descoberta. Ela novas perspectivas para o tratamento de lesões medulares.
William era um atleta profissional de vôlei do time Suzano, que sofreu acidente de carro e ficou tetraplégico. Ele foi selecionado para integrar os estudos relativos à polilaminina. Para isso, deu entrada no hospital na noite de sexta (20) para preparação da cirurgia que ocorreu na manhã de sábado (21).
A escolha por Foz do Iguaçu se deve à estrutura moderna e acessível do Hospital Unimed Foz. Isso facilita a logística do paciente e da equipe médica. Profissionais vindos de Palotina irão se somar ao time interno, reforçando a integração e a excelência do atendimento.
A Polilaminina representa uma fronteira científica com potencial de transformar a vida de milhares de pessoas. Sua aplicação em um atleta de alto rendimento simboliza não apenas esperança individual, mas também um marco para a medicina brasileira.
A cirurgia foi conduzida pelos neurocirurgiões Bruno Cortez, Artur Luiz, que também Pesquisador médico, e João Elias El Sarraf, todos membros da equipe da cientista.
Tatiana Sampaio não esteve presente, pois acompanhou outros procedimentos em andamento. Porém, sua descoberta e coordenação científica são a base desta aplicação inédita.
Profissionais de Palotina se somaram ao time interno do Hospital Unimed Foz, reforçando a integração e a excelência do atendimento.
A Polilaminina representa uma fronteira científica com potencial de transformar a vida de milhares de pessoas. Sua aplicação em um atleta de alto rendimento simboliza não apenas esperança individual, mas também um marco para a medicina brasileira e para o esporte nacional.